Lembrou-me um tempo de brisas e caminhadas inventadas,pela orla
marítima.
Pés nus,gosto do sal na boca,uma andança sem fim.
Murmúrios ... do mar,falando-me de tristezas,numa ressonância-concha,
tão minha.
A solidão e a beleza da tarde.
O vazio ... idos,1969.
Contei conchas e letras de seu nome,Mário.
Mário-Mar!
Ouvindo seu cantar.
Doce cantar.
Doce olhar,que perdido, ficou,num domingo-azul-escuro.
Por onde andará o garoto-doce,como o mel?
No "Céu"?
Tata Junq
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