terça-feira, 2 de novembro de 2010

Beleza?

Estava eu conjecturando ...rssss
Sabemos que há datas específicas.
Melhor não tê-las?
Bom "feriadar"?
Mais um dia por terminar.
Quantos o completou ou completará?
Hoje, dia específico pra lembrar os mortos.
Cada um com seu credo, crenças, religião ...chame você, como quiser ...
Paz às Almas!
Eu penso nos vivos!!!! Sem negar qualquer antepassado, porém.
E nos cabe  permear a vida.
O hoje é importante, porque ainda não terminou.
Que fiz dele, para somar ao meu crescimento evolutivo?
Sim ...porque viver é crescer em experiências.
Acertando, errando ...caminhamos.
Acrescentei o quê à minha vida no dia  hoje?
Na saudade de um ente querido, busquei uma boa semente por ele deixada?
Semei?
Curti?
Saí?
Permaneci?
Que fiz de interessante ao menos?
DIA DOS MORTOS!
E no CALENDÁRIO, deveria ter no marcador, acrescido, a responsabilidade de SER VIVO, do ESTAR VIVO!
E como no calendário antigo... buscar-se  tempos bons de boas colheitas.
É por aí ...semeio hoje, colho amanhã!!!
BOM FINAL DE DIA DOS VIVOS!!!!

***Ahhhh ...em tempo ...para curiosidades ...ficam registros ...dos porquês dos calendários ...
Tudo na vida aparece por conta das necessidades ...todas as buscas e conquistas humanas.

Ta aí um resuminho  dos calendários ...pesquisa, rápida!

TataJunq

 


Calendários



O que são os calendários? Os primeiros calendários eram instrumentos destinados a fornecer as indicações astronômicas ou astrológicas (dia e mês). Normalmente eram construídos com dois ou mais discos perfurados e marcados, que ao serem posicionados corretamente entre si forneciam os valores desejados. Atualmente, calendário é um sistema de contagem de tempo relativamente longo (maior que um dia). Os calendários atuais são formados por um conjunto de regras baseadas nas Astronomia e em convenções culturais. O calendário é uma escala que divide o tempo em dias, semanas, meses e anos.
Como surgiram? Os calendários surgiram com a necessidade do homem de contar o tempo e controlar suas atividades. Surgiram inicialmente para pequenos períodos de tempo (dias e semanas) e posteriormente para programar os plantios e colheitas, determinados pelas estações. Mas a determinação precisa dos dias de início de uma estação e fim da outra só era feita por sacerdotes muito experientes, que tivessem financiamento para construir e manter os observatórios, que eram caros e precários - normalmente eram os reis que financiavam os sacerdotes, por isso, era difícil para os agricultores do país todo fazer uma determinação de início e fim das estações. A partir dessa necessidade os sacerdotes elaboraram os calendários que eram registros escritos dos dias onde eram marcadas datas de cheias, plantios e colheitas. As estações ocorriam e ocorrem de forma regular a cada 365,25 dias, que é a duração do nosso ano. Então, bastava fazer a contagem correta dos dias e marcar os dias de início e fim das estações como temos hoje (21 de junho início do inverno, 22/23 de setembro início da primavera, 21/22 dezembro início do verão e 21 de março início do outono).
 
 

O nosso calendário



A duração exata do ano é 365,242199 dias. Esse não é um número inteiro de dias, ou seja, o ano dura: 365 dias + 5 horas + 48 minutos + 47 segundos, que é o tempo para que a Terra de uma volta completa ao redor do Sol. Por causa da falta de precisão nas observações os antigos arredondavam para 365 dias + 6 horas. Porém se somarmos seis horas a cada ano em quatro anos as estações ficam defasadas um dia. Por isso existe o ano bissexto, ou seja, a cada quatro anos o ano tem 366 dias para que as estações não fiquem defasadas com o passar do tempo. Se não houvesse o ano bissexto em 360 anos o inverno estaria começando no outono, ou seja, o início de todas as estações estariam atrasadas 90 dias. Em 720 anos o verão estaria começando no inverno. A sugestão de inserir um dia a mais a cada quatro anos foi feita pelo astrônomo Sosígenes de Alexandria ao imperador Júlio César no ano 46 a.C. e por isso esse calendário passou a ser chamado de "Calendário Juliano" em homenagem ao imperador.
 

CURIOSIDADE



O calendário atual é mais preciso que o calendário Juliano e considera o ano corretamente, ou seja, 365 dias + 5 horas + 48 minutos + 47 segundos, menor que 365 dias e 6 horas. Como só é possível contar o ano usando dias inteiros, a solução foi ajustar a contagem através da colocação ou retirada de anos bissextos (anos com 366 dias) nos anos que são múltiplos de quatro. Para entender melhor essa contagem vamos transformar o ano correto em frações de dias, ou seja, 365 dias + 1/4 dia - 1/100 dia + 1/400 dia - 1/3300 dia. Dessa maneira basta olhar o denominador e o sinal da fração para saber de quantos em quantos anos o ano bissexto existe ou deixa de existir. Exemplificando, (+1/4) representa que todo ano múltiplo de 4 é ano bissexto, mas (-1/100) representa que todo ano múltiplo de 100 não é bissexto mesmo sendo múltiplo de 4 e (+1/400) representa que todo ano múltiplo de 400 é bissexto mesmo sendo múltiplo de 100. Então o ano 2000 será bissexto, porque é múltiplo de 400, mas o ano 1900 não foi e o ano 2100 também não será bissexto, pois são múltiplos de 100. Assim as estações nunca ficam defasadas.
Esse é o calendário mais preciso que existe, é chamado de "Calendário Gregoriano" e é o calendário que nós usamos atualmente. Ele foi adotado em 1582 pelo Papa Gegório XIII, com o objetivo de determinar corretamente a data da Páscoa. Veja que mesmo antes de existir o telescópio as observações astronômicas já eram bastante precisas para conseguir saber a duração exata do ano.
 
 
 

Outros Calendários



Na antigüidade a comunicação entre os povos e principalmente entre os sacerdotes de cada nação era difícil devido à demora no transporte das informações, por isso trocar informações era algo muito demorado para que os calendários fossem os mesmos. Além disso, cada rei queria impor sua autoridade e impunha o calendário que lhe era conveniente. Por essas razões muitos calendários foram criados. Os principais eram:
Calendário Babilônico: o ano não tinha um numero de dias fixo. O ano era dividido em 12 meses lunares de 29 ou 30 dias cada o que somava 354 dias. Para acertar a data das estações do ano os babilônios adicionavam um 13o mês a cada três anos, assim as estações não ficavam muito defasadas com o passar do tempo, mas essa adição do 13o não era muito regular, por causa da dificuldade no transito das informações. Também faziam a divisão do mês em semanas de sete dias.
Calendário Egípcio: é um calendário baseado no movimento solar. O ano tinha 365 dias, divididos em 12 meses de 30 dias que somam 360 dias e mais 5 dias de festas depois da colheita. Eles tinham conhecimento de que o ano tinha 365,25 dias, mas até serem invadidos pelos romanos no século I a.C. eles não faziam a correção de adicionar um dia a mais a cada quatro anos.
Calendário Grego: baseado nos movimentos solares e lunares, seguindo um padrão parecido com o calendário babilônico, porém a intercalação do 13o mês era bem mais bagunçada.
Os índios americanos - Maias, Astecas e Incas  também tinham calendários baseados principalmente no mês lunar.
Hoje em dia temos basicamente três calendários em vigência no mundo. Um deles é o calendário que nós usamos e que conta os anos a partir do nascimento de Cristo, ou seja, o ano em que Cristo nasceu foi o ano  1, outros são os calendários muçulmanos e israelitas que não consideram o nascimento de Cristo e por isso apresentam anos diferentes do nosso. O calendário israelita é baseado no babilônico. Uma curiosidade é que o dia desse calendário como do muçulmano inicia-se com o por do Sol e não a 00h00min como o nosso calendário. O primeiro dia de cada ano novo não pode cair na quarta, sexta ou domingo. Se isso acontecer o início do ano é transferido para o dia seguinte.
 

As divisões dos calendários



As unidades básicas dos calendários são os dias. Os dias normalmente são agrupados em porções maiores que formam as semanas e os meses as estações e os anos. Esses agrupamentos ocorrem para facilitar a contagem como fazemos naturalmente com os números. Os seres humanos tinham a necessidade de contar a passagem do tempo e descobriram que a própria natureza se encarregou de fornecer agrupamentos que ajudavam nessa contagem.
As semanas: Existem dois motivos que fizeram os antigos agrupar sete dias para formar uma semana, um deles é baseado nas fases da lua. Se você observou as fases da lua irá perceber que entre o quarto crescente e a lua cheia passam-se sete dias. Vimos que muitos calendários são baseados na lua para formar os agrupamentos.
Outro motivo que deu origem a esse agrupamento de sete dias para formar a semana eram os astros visíveis no céu a olho nu. Na antigüidade podiam ser vistos sete astros no céu e que não eram estrelas; o Sol, a Lua, e cinco planetas: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno. Por isso muitos povos deram a cada dia da semana o nome de um desses astros. Em muitos idiomas esses nomes estão presentes até hoje, veja a tabela abaixo.
 
 





Astros EspanholItalianoInglêsPortuguês
SolDomingoDomenicaSundayDomingo
LuaLunesLunediMondaySegunda-feira
MarteMartesMartediTuesdayTerça-feira
MercúrioMiercolesMercolediWednesdayQuarta-feira
JúpiterJuevesGiovediThursdayQuinta-feira
VênusViernesVenerdiFridaySexta-feira
SaturnoSabadoSabatoSaturdaySábado

 
Os meses: Sua origem em quase todos os calendários foram as fases lunares. Inicialmente os meses tinham 28 ou 29 dias, mas isso fazia com que o ano tivesse 12,5 meses o que dificultava um agrupamento coerente. Com o passar do tempo a comunicação foi se tornando mais fácil, a veiculação de calendários ficou mais simples e as dificuldades, de dividir o ano em meses, foram sendo solucionadas aos poucos. Houve então a tendência de uniformizar os calendários. Assim, os meses deixaram de ter exatamente o número de dias das fases lunares para que o ano tivesse sempre 12 meses. A primeira idéia desses ajustes, no número de dias do mês, foi dos egípcios que dividiram o ano em doze meses de trinta dias cada um e mais cinco dias de festas para completar os 365 dias. O mês de fevereiro foi o único a ser preservado para coincidir com o número de dias das quatro fases lunares.
Você sabia que a data da Páscoa é calculada com base num calendário lunar, que é mantido pela igreja. É por isso que a data da Páscoa não é sempre a mesma de ano para ano.
 
 
O ano: Sua origem é comum em todos os calendários que é o período necessário para as estações do ano voltarem a se repetir. Essa repetição coincide com uma volta completa da Terra ao redor do Sol.
 
 
PROGRAMA EDUC@R
CDCC/ USP/ SÃO CARLOS
       ***************************************
Dia dois de novembro, Dia de Finados, que este ano cai em uma sexta-feira, é feriado nacional, de acordo com as leis n°10.607/02 e n° 662/49. Além desse, outros feriados nacionais são: 1° de janeiro (Confraternização Universal), 6 de abril (Paixão de Cristo), 21 de abril (Tiradentes), 1° de maio (Dia do Trabalho), 7 de setembro (Independência do Brasil ), 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida), 15 de novembro (Proclamação da República) e 25 de dezembro (Natal).

No Estado de São Paulo, o dia 9 de julho também é feriado quando se comemora a Revolução Constitucionalista de 1932. Já em Santos, vigoram quatro feriados municipais, que se unem aos federais e estaduais.       ***************************************************************
Enviar um comentário