quinta-feira, 28 de maio de 2009

Poetando.


Queria
voltar a brincar nas ruas.
Resgatar a infância.
Saudade daquele tempo e idade.
Alegrias,
disputas em jogos,
brincadeiras,
sonhos,
felizes realidades,
sem tantas responsabilidades.
Hoje pesa
o tempo-verdade!
Não há tempo-criança.
Não há sequer chance
de tempo-lembrança que invade.
Tempo-verdade,
qual é tua verdade?
Verdade!
Verdade!
Verdades!
Ocultas, verdades.
Gritadas, sem ecos.
Sem ecos!
Sem ecos!
Sem ecos!
Mudas!
Surdas!
Não quero acordá-las.
Não quero, não!
Sonhos em vão,
qual bolhas
de sabão!

Tata junq
Enviar um comentário