sábado, 30 de junho de 2012

Então ...decifro-me, no entanto. Pensamentando & Poetando .



Toco-te
em
ternuras.


Olho-te,
profundo,
buscando

linha
de
teu
pensamento,
adormecido,
sonhador-cansado.


E nada
defino,
esfinge,
és!


Decifro-me
a
cada toque
que não vês,

cada pensamento
que
desconheces.


Estou, sou
e tu?


Quem és?


Sem nada saber,
desenho
teu
rosto,
nos
toques
e
memória,
do
agora.


Não sei quem és.
Não sabes quem sou.


Um dia,
quem sabe,
saberemos ...


Um dia,
quem sabe ...


Sabe-se?
Saberemos?


Incógnitos-pensamentos,
avolumados
quais uivos
de
vento ...
profundos,
espalhados
num
reduto.


Não repercutem.
( Lacradas,
portas
e
janelas.)


Circulam
nos
movimentos
que
faço
em
seu
rosto
e
que
morrem
no 
teu silêncio,
dormente.


Adormecestes,
entregue 
à exaustão.
( Sem saber
do 
ritmo
de
meu
coração ...)


Tata Junq


(28/06/2012)
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