quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Poetando, simplesmente : CHUVA-DE-ESTRELAS.



A rua,
a Lua,
nua-alma.


Redondinha,
cheia,
plena,
resplandecente.


Somente,
você
no eclípse,
escuro-breu.


Não me vê,
não me viu,
clareando
amor.


E eu cheia,
virei minguante,


escorri
no
céu!


E,
virei chuva-de-estrelas ...


Tata Junq
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