quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Prosa poética: As desordens de mim!




De repente, a calma desabitou a mente.
Em chávenas quentes,borbulharam as desordens.
Eu as bebi, queimando pensamentos.
E, percebi a distância de verdades, que teimei em conceber.
Ahhhh ...a mente sonha! Sim senhor!
A mente sonha e mente.
Menti sua figura constante,como fidelíssima pauta.
E, agora, no lapso, entre sinais ...seu semblante começa a desbotar.
Então por quê ,teimosamente, quero perpetuá-lo?
Se sei, no abandono, trilhar?!
Sinopse da sinápse: amei-o, e perdido,jamais estará.
Para lembrar-me,do proibido.
Proibido sofrer, por amar!

Tata Junq


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