sábado, 28 de janeiro de 2017

Conjecturas na madrugada,no sábado do Janeiro,de 2017

                                                    (Imagem por pesquisa./ Google.)


Em mãos,cores.
Flores.
Desalinhos e tristeza,perda.
No foco,a flor,viva... outra a parecer, sombra.
Vida & Morte
(Se há um credo,sejam sempre um acordar.)
Uma decorrência,em sequência ... um elo,infinito.
O que é a morte,se não,vida?
O que é vida,se não,num dia qualquer, morrer?!
Um estágio.
Um corpo que vive,um dia morre.
(E um espírito,a viver.)
Nessa essência,somos ... ou fomos projetados.
"Num dia,voltamos pra casa" ...
Creio,que haverá abrigo.
 Sem a carga material,leves... mas aprendizes.
Eternos aprendizes,em evolução.
Aqui,lá,acolá ...sabe-se lá.
Há de ter abrigo!
Mas teimamos em sofrer,quando seres que amamos,deixam seu envólucro terreno.
Difícil entendermos e lidarmos com ausências físicas.
Sequer concebemos a LIBERDADE  da transição ou de rumos novos.
Felizes,os que deixam rastros de saudades ...
Porque saudosismo por alguém... é sinal compensatório,tendo prazo de validade,com validades,marcadas e garantidas.

Boa noite a todos!
Paz aos corações em sofrimentos por "perdas"!
 E que essas conjecturas sirvam para garantir-me também o discernimento de admitir,que todo "fim",tem "recomeço."
E assim sendo,entender a morte de qualquer ser,inclusive e principalmente,dos que amamos,em convívio,por escolhas.

Tata Junq
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