quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Então ...





Há um oásis, no peito hostil e desértico.
Em cântaros colhidos,água.
Ventos prudentes.
Meu momento.

Tata Junq

Reestranho-me.




E a voz interna diz:
- Ih?

Que tempo é esse que atravesso?
Analiso aqui,ali,acolá ...

E reestranho-me.
...
E reestranho-me mais uma vez.
...

Coração sem balanços,sem vibrações.
E olhar cala-se na indiferença.
Tudo passa.
Como a Primavera passará.
Houve um Outono em mim.
E,escuto a canção ...
Estranha.
Nas entrelinhas das entranhas.

Tata Junq

domingo, 25 de setembro de 2016

Pensamentando ... NUDE

                            ( Réplica de um post no Facebook ...)

                                      ( Imagem por pesquisa / Google.)



A falta de roupas nos primórdios,consideradas dentro de uma normalidade,tomou outros rumos na decorrência da evolução social e suas necessidades ...não por moralismos.
Vivências ... necessidades de sobrevivências ...depois com o tempo,modismos e adequações,consumismos.. e vezes moralismos.
Penso na nudez.
Fotográfica? Pinturas? Artes.
Tudo concebível.
( Creio ... sem censuras.)
Falemos hoje da NUDE.
É ...o termo é modismo!
E o corpo fala mais,que boca articulada.
Beleza,estética,não-beleza,falta de adequações,padrões ...
E as pessoas precisam"apresentar seus passaportes"...
O quero saber de você,como é,literalmente.
Ver você.
O aceitar ou o interessar ..."caminham",desde a primeira aprovação.
Parece-me,que esse valor material,dispensa a essência das pessoas.
E não estou querendo ser moralista,não!
Parece, que a essência, perde-se a cada dia.
Se apresentável,está em evidência,de boa.
Se dá tesão,melhor ainda.
E,só?
Que tão pouco!
Deixemos bem claro ... há necessidade de entrosamentos de corpos ...natural,que hajam!
Mas corpos aprovados?
Em que estado?
Que tipo de medição?
Que tipo de adequação?
E,lembro-me do conceituar, " As feias,que me perdoem".
Feio & Bonito.
Que é bonito?
Que é feio?
Qual a base do conceituar?
NUDE.
Que o NUDE faça BABAR!!!
MAS ...
Que a ALMA,alimente outra alma.
Ou melhor,que ao se DESPIR,possa  causar belezas,não estranhezas ou ser ignorada.
E não defendo a causa,por ter um corpo gasto e inadequado,baseado nos padrões estéticos,vigentes.
ALMA,senhores,despem-se,vezes com delicadezas,com timidez,vezes ousadamente,sutilmente ... que importa? 
Vezes deitam-se em papéis,como nas camas,e transformam momentos,em magias.
Que se somem as "NUDEZAS"!!!!
Melhormente,que as pessoas sejam aceitas sem muitas "frescurites","exigentites",..
Que o ENTORNO, não precise aplaudir e aceitar.
Que se aceite,de boa,o parceiro e parceira,sem melindres.
Que reine,singelezas!
Autenticidades.
Que haja plenitude,numa cama,de corpos e almas!
Que haja plenitude num companheirismo!
Que haja BELEZA RARA,em CADA MOSTRA SINGULAR,DE UM SER HUMANO.
Sem neuras,sem peneiras,sem convenções,padrões,exibições...sem "cortes".
Recado dado.
Aprovado?
Não me importo,se não.
Meu racional e emotivo deslizam "num suposto papel",virtual.
Ahhhh...em tempo,não me envergonho de ser poeta,e não ser musa de capas de revistas ...
Hehehe ...eu tinha de fazer uma "graça" também.
Humor faz parte.
E é um NUDE interessante,também.
Né,meu bem?!
rsrsrsrsrsrs ...
Tata Junq


domingo, 18 de setembro de 2016

Pensamentando & Musicando : Chove ... e daí?!

E hoje chove.
Nem primeiros erros,nem velhos.
Meu caminho é a cada manhã,incógnito.
Como na música?
Chove.
E não quero ser vaso fúnebre,passado.
E quero surpresas,e não ter de surpreender.
Chega de ver passado e erros.
Quero poder acertar e errar agora,em boa hora.
E chove,literalmente.
Setembro.

Tata Junq

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#assimasas



                                            












(Imagem por pesquisa / Google )

Quando flor,também espinhos.
Quando dor,lágrimas.
Quando água,queda,cachoeira.
Quando escuridão,falsos passos.  .
Quando canções,o tempo.
Quando o tempo,saudade.
Quando saudade,falta.
Quando falta,vaga lembrança.
Quando montanha ...
E eco que diz: passaaa...assaaaa...assaaaa...aaaaaaaaaaaaaaaaa...!!!!!
E no fundo do vale,alma cria asas ...
E,vooaaaaaaaaaa....!!!!

Tata Junq

Poetando & Musicando: A ...





Fui flor colhida,
por tuas mãos.

Em que vaso, depositaste-me?

Sequei?
Enveredei aos ares,
na luz do tempo,
vento?

Fui linda,
plena.

Lembra-me a saudade,
e o amor?

Invade-me.

Tata Junq



Na Urgência.

                                         (Imagem por pesquisa / Google )

Precisa-se com urgência de um Anjo,sem asas quebradas!!!!
Pra chegar rapidinho,na primeira chamada.
Ajudar-me a levantar poeira nesta nova estrada.
Sem palavras pra ter-se siso.
Deixar-me perder juízo.

Tata Junq

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Houve um tempo ...







 ( Imagem por pesquisa / Google.)

















Houve um tempo,
que a vida gritou:

- Espera!


Houve um tempo,
que até vento
parou.

E a flor,

murchou,
a terra secou.

E na grandeza,

do
Universo,
choveu.

E voltaram os ventos

e o grão de areia,
junto a tantos,
solidificou,
formando
rochedos.

E vi,minh'alma,

ali marcada
rupestre
em cor.

Dádivas,de amor!


Tata Junq

Do Projeto,Alma Feminina: Corro pro chuveiro.

                                               ( Imagem por pesquisa / Google )

Frente ao mar,tênue lembrança.
Sento-me no pequeno barco de pescador.
Sacode um pouco,quando as ondas surgem mais agitadas.
Penso na fragilidade,que foi o amor.
Penso nas conchas em água,como segredos de abandono de nossos olhares.
Por quê, perdidos ficaram?
Em suavidades,acaricio as águas salgadas,na saudade de um doce sorriso.
E percebo o canto das sereias,que me chamam.
Encantadas,querem me levar.
Eu grito: - Netunooooo-Rei!
- Por qual razão insisto?
E os porquês,enroscam-se,marolando.
Netuno,sequer sabe,que existo.
E as sereias,querem-me levar.
Eu resisto às ilusões.
Nem sei se resistiria ao seu olhar de encontro ao meu,como naquela tarde ...nem sua boca,
depositando-se na minha. Nem o aconchego de seus braços.
Há mormaço,agora.
Mas o que queimam,são lembranças.
Volto a andar pela orla,pisando as areias finas e brancas,quentes.
O chapéu,quer voar ... Poderia sentir, até os clicks de seu fotografar.
Sequer consegui fazer minha leitura também.
Volto à varanda,deito na espreguiçadeira ...e perco meu olhar no céu azul,nas nuvens de algodão,numa paz,que abriga meu coração.
Pedro vai chegar ... Partilharemos sorrisos,carícias ... um bom almoço ...
E eu,ainda insistindo,em lhe reviver ... 
As sereias cantam,ainda,as lembranças de você ...
Eu resisto.
Mas meus olhos marejam,lágrimas de sal,qual mar e mergulho neste sentimento profundo ...
E, grito: - Por Netunoooo...banhe e lave minh'alma!!!
 ... e corro pro chuveiro.
Pedro vai chegar.
Não posso,nem devo lhe amar.

(Uma Alma Feminina)

* Do Projeto,Alma Feminina,por Tata Junq

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Musicando & Ilustrando : TARDEI.(RODRIGO AMARANTE)





Lindamente sensível,belo!
JUNQ

Do Projeto,Crônica de Mais um Dia ...Conjecturas ...de um "bolo".



Explorei o chão,asfalto.
Explorei o céu,pipas coloridos,tempo de ventos.
Explorei o lado,buscando sentidos.
No corredor,pessoas em fluxo.
E na escada que rola,único degrau,ocupei.
Em olhar desmedido lhe procurei.
Fim de linha,não o encontrei..
Pausa pra um café,sem diálogos... somente o olhar da criança,pregado em seu brinquedo.
Nem ele ousou-me encontrar..
A mãe curvada em seu celular,sequer viu-me também.
Todos pareciam alheios,inclusive o marido ao lado.
Mais adiante,um homem que transpirava impaciência,frente a uma loja de artigos femininos,
caminhando de lado a outro.Deduzo que espera sua mulher,amante,filha ... sei lá quem .Mas
na certa,uma presença feminina ... ou,não?
Resmunga feito velho ranzinza,coisas inaudíveis,incompreensíveis,na verdade.
Fico na dúvida.é um surtado,fora "da casinha"?
Háháhá ...
E na procura de meu bem,que não chega,meus olhos dançam de lá e cá.
Ufa! Felizmente,vejo jovens namorados,em deliciosos abraços e beijinhos.
Que inveja branda e branca!
Que idade notável e salutar,a mocidade.
Quero acreditar que sim.Que a garota conheça a pílula do dia seguinte,ele a camisinha ...porque a química é forte.
Viraram para o corredor,que os leva aos elevadores.
Creio,que o aperta aqui e deslisa ali,rolará em um,se vazio.
E imagino também o que terão a contar no futuro,o rala-e-rola e festival de desejos.
Que vida colorida!
Na sequência,uma senhorinha caminhando em dificuldades,mas muito bem amparada,deve ser sua filha e há no rosto o estampar do prazer de conduzi-la.
Que vida colorida!
Vai-vem na escada rolante. São jovens,adultos,crianças,muito bem arrumados,bonitos,prosadores,risadores,distraídos,atentos,concentrados ...
Que vida colorida!
Meu bem,não vem.
Meu bem,vem?!
Não veio.
Quis ousar sorrir,colorido também ...
Então,compensarei ... 
Consumista,vou experimentar muitas botas,sapatos,sandálias ... e não sairei de mãos vazias ...  e, de quebra,uma bela bolsa.
O cartão de créditos,sorri pra mim e eu ,pra ele.
Sorvo meu outro café extra-forte,olho mais uma vez pros lados.
Caminho lentamente ...
Não comi bolo,"levei bolo"!
Sequer me ligou.
Coração aperta,garganta seca,mãos suam.
Lá está!
A bolsa de meus sonhos!
Esqueço a que vim,entro na loja e recebo o sorriso do vendedor,que vai defender o seu dia.
Ponho uma sandália bem alta,pra compensar o chão que piso,que parece me engolir.
Fico alta,destemida e me iludo mais uma vez com a vida.
Que vida colorida,penso.
Pincéis e tintas,por favor!
Preciso colorir meu dissabor.
Ainda,falta-me sapato lindo e um amor.
Ainda tenho na boca o sabor café ...
Agora,um drops de hortelã,sim?!

Tata Junq

terça-feira, 13 de setembro de 2016

SOBRE OS ELEMENTAIS ...

Elementais ...                              ( Imagem por pesquisa / Google )
Acreditam neles?
Amo os esquisitos.
Tata Junq

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PESQUISA

SERES ELEMENTAIS OU ELEMENTARES OU ESPÍRITOS DA NATUREZA

A existência dos elementais, segundo os antigos anciãos e sábios do passado, explicava a dinâmica do universo. Como seres reais, eram responsabilizados pelas mudanças climáticas e correntes marítimas, pela precipitação da chuva ou pelo fato de haver fogo, entre muitos outros fenômenos da natureza. Apesar de ser uma explicação mitológica, própria da maneira pela qual se estruturava o conhecimento na época, eles não estavam enganados. Tanto assim que, apesar de a investigação científica não haver diagnosticado a existência concreta desses seres através de seus métodos, as explicações dadas a tais fenômenos não excluem a ação dos elementais. Pelo contrário.

Os sábios da Antiguidade acreditavam que o mundo era formado por quatro elementos básicos: terra, água, ar e fogo. Não obstante, com o transcorrer do tempo, a ciência viesse a contribuir com maiores informações a respeito da constituição da matéria, não tornou o conhecimento antigo obsoleto. A medicina milenar da China, por exemplo, que já começa a ser endossada pelas pesquisas científicas atuais, igualmente identifica os quatro elementos. Sob o ponto de vista da magia, os quatro elementos ainda permanecem, sem entrar em conflito com as explicações científicas modernas. Os magistas e ocultistas estabeleceram uma classificação dos elementais sob o ponto de vista desses elementos, considerando-os como forças da natureza ou tipos de energia.

Então os elementais não possuem consciência de si mesmos? São apenas energia? Não. Os seres elementais, irmãos nossos na criação divina, têm uma espécie de consciência instintiva. Podemos dizer que sua consciência está em elaboração. Apesar disso, eles se agrupam em famílias, assim como os elementos de uma tabela periódica.

Os elementais são entidades espirituais relacionadas com os elementos da natureza. Lá, em meio aos elementos, desempenham tarefas muito importantes. Na verdade, não seria exagero dizer inclusive que são essenciais à totalidade da vida no mundo. Através dos elementais e de sua ação direta nos elementos é que chegam às mãos do homem as ervas, flores e frutos, bem como o oxigênio, a água e tudo o mais que a ciência denomina como sendo forças ou produtos naturais. Na natureza, esses seres se agrupam segundo suas afinidades.

Seriam então esses agrupamentos aquilo que se chama de família? Isso mesmo! Essas famílias elementais, como as denominamos, estão profundamente ligadas a este ou aquele elemento: fogo, terra, água e ar, conforme a especialidade, a natureza e a procedência de cada uma delas.

Os elementais já estiveram encarnados na Terra ou em outros mundos? Encarnações humanas, ainda não. Eles procedem de uma larga experiência evolutiva nos chamados reinos inferiores e, como princípios inteligentes, estão a caminho de uma humanização no futuro, que somente Deus conhece. Hoje, eles desempenham um papel muito importante junto à natureza como um todo, inclusive auxiliando os encarnados nas reuniões mediúnicas e os desencarnados sob cuja ordem servem.

Como podem auxiliar em reuniões mediúnicas? Como expliquei, podem-se classificar as famílias dos elementais de acordo com os respectivos elementos. Junto ao ar, por exemplo, temos a atuação dos silfos ou das sílfides, que se apresentam em estatura pequena, dotados de intensa percepção psíquica. Eles diferem de outros espíritos da natureza por não se apresentarem sempre com a mesma forma definida, permanente. São constituídos de uma substância etérea, absorvida dos elementos da atmosfera terrestre. Muitas vezes apresentam-se como sendo feitos de luz e lembram pirilampos ou raios. Também conseguem se manifestar, em conjunto, com um aspecto que remete aos efeitos da aurora boreal ou do arco-íris.

Disso se depreende, então, que os silfos são os mais evoluídos entre todas as famílias de elementais? Eu diria apenas que os silfos são, entre todos os elementais, os que mais se assemelham às concepções que os homens geralmente fazem a respeito de anjos ou fadas. Correspondem às forças criadoras do ar, que são uma fonte de energia vital poderosa.

Então eles vivem unicamente na atmosfera? Nem todos. Muitos elementais da família dos silfos possuem uma inteligência avançada e, devido ao grau de sua consciência, oferecem sua contribuição para criar as correntes atmosféricas, tão preciosas para a vida na Terra. Especializaram-se na purificação do ar terrestre e coordenam agrupamentos inteiros de outros elementais. Quanto à sua contribuição nos trabalhos práticos da mediunidade, pode-se ressaltar que os silfos auxiliam na criação e manutenção de formas-pensamento, bem como na estruturação de imagens mentais. Nos trabalhos de ectoplasmia, são auxiliares diretos, quando há a necessidade de reeducação de espíritos endurecidos.

E os outros elementais? Duas classes de elementais que merecem atenção são as ondinas e as ninfas, ambas relacionadas ao elemento água. Geralmente são entidades que desenvolvem um sentimento de amor muito intenso. Vivem no mar, nos lagos e lagoas, nos rios e cachoeiras e, na umbanda, são associadas ao orixá Oxum. As ondinas estão ligadas mais especificamente aos riachos, às fontes e nascentes, bem como ao orvalho, que se manifesta próximo a esses locais. Não podemos deixar de mencionar também sua relação com a chuva, pois trabalham de maneira mais intensa com a água doce. As ninfas, elementais que se parecem com as ondinas, apresentam-se com a forma espiritual envolvida numa aura azul e irradiam intensa luminosidade.

Sendo assim, qual é a diferença entre as ondinas e as ninfas, já que ambas são elementais das águas? A diferença básica entre elas é suavidade e a doçura das ninfas, que voam sobre as águas, deslizando harmoniosamente, como se estivessem desempenhando uma coreografia aquática. Para completar, temos ainda as sereias, personagens mitológicos que ilustraram por séculos as histórias dos marinheiros. Na realidade, sereias e tritões são elementais ligados diretamente às profundezas das águas salgadas. Possuem conotação feminina e masculina, respectivamente. Nas atividades mediúnicas, são utilizados para a limpeza de ambientes, da aura das pessoas e de regiões astrais poluídas por espíritos do mal.

Você pensou que tudo isso não passasse de lenda. Mas devo lhe afirmar que, em sua grande maioria, as lendas e histórias consideradas como folclore apenas encobrem uma realidade do mundo astral, com maior ou menor grau de fidelidade. É que os homens ainda não estão preparados para conhecer ou confrontar determinadas questões.

E as fadas? Bem, podemos dizer que as fadas sejam seres de transição entre os elementos terra e ar. Note-se que, embora tenham como função cuidar das flores e dos frutos, ligados à terra, elas se apresentam com asas. Pequenas e ágeis, irradiam luz branca e, em virtude de sua extrema delicadeza, realizam tarefas minuciosas junto à natureza. Seu trabalho também compreende a interferência direta na cor e nos matizes de tudo quanto existe no planeta Terra. Como tarefa espiritual, adoram auxiliar na limpeza de ambientes de instituições religiosas, templos e casas espíritas. Especializaram-se em emitir determinada substância capaz de manter por tempo indeterminado as formas mentais de ordem superior. Do mesmo modo, auxiliam os espíritos superiores na elaboração de ambientes extra-físicos com aparências belas e paradisíacas. E, ainda, quando espíritos perversos são resgatados de seus antros e bases sombrias, são as fadas, sob a supervisão de seres mais elevados, que auxiliam na reconstrução desses ambientes. Transmutam a matéria astral impregnada de fluidos tóxicos e daninhos em castelos de luz e esplendor.

Temos ainda as salamandras, que são elementais associados ao fogo. Vivem ligados àquilo que os ocultistas denominaram éter e que os espíritas conhecem como fluido cósmico universal. Sem a ação das salamandras o fogo material definitivamente não existiria. Como o fogo foi, entre os quatro elementos, o primeiro manipulado livremente pelo homem, e é parte de sua história desde o início da escalada evolutiva, as salamandras acompanham o progresso humano há eras. Devido a essa relação mais íntima e antiga com o reino hominal, esses elementais adquiriram o poder de desencadear ou transformar emoções, isto é, podem absorvê-las ou inspirá-las. São hábeis ao desenvolver emoções muito semelhantes às humanas e, em virtude de sua ligação estreita com o elemento fogo, possuem a capacidade de bloquear vibrações negativas, possibilitando que o homem usufrua de um clima psíquico mais tranqüilo.

Nas tarefas mediúnicas e em contato com o comando mental de médiuns experientes, as salamandras são potentes transmutadores e condensadores de energia. Auxiliam sobremaneira na queima de objetos e criações mentais originadas ou associadas à magia negra. Os espíritos superiores as utilizam tanto para a limpeza quanto para a destruição de bases e laboratórios das trevas. Habitados por inteligências do mal, são locais-chave em processos obsessivos complexos, onde, entre diversas coisas, são forjados aparelhos parasitas e outros artefatos. Objetos que, do mesmo modo, são destruídos graças à atuação das salamandras.

E os duendes e gnomos? Também existem ou são obras da imaginação popular? Sem dúvida que existem! Os duendes e gnomos são elementais ligados às florestas e, muitos deles, a lugares desertos. Possuem forma anã, que lembra o aspecto humano. Gostam de transitar pelas matas e bosques, dando sinais de sua presença através de cobras e aves, como o melro, a graúna e também o chamado pai-do-mato. Excelentes colaboradores nas reuniões de tratamento espiritual, são eles que trazem os elementos extraídos das plantas, o chamado bioplasma. Auxiliam assim os espíritos superiores com elementos curativos, de fundamental importância em reuniões de ectoplasmia e de fluidificação das águas.

Temos ainda os elementais que se relacionam à terra, os quais chamamos de avissais. Geralmente estão associados a rochas, cavernas subterrâneas e, vez ou outra, vêm à superfície. Atuam como transformadores, convertendo elementos materiais em energia. Também são preciosos coadjuvantes no trabalho dos bons espíritos, notadamente quando há a necessidade de criar roupas e indumentárias para espíritos materializados. Como estão ligados à terra, trazem uma cota de energia primária essencial para a re-constituição da aparência perispiritual de entidades materializadas, inclusive quando perderam a forma humana ou sentem-se com os membros e órgãos dilacerados.

Não podia imaginar que esses seres tivessem uma ação tão ampla e intensa.

Os elementais são seres que ainda não passaram pela fase de humanidade. Oriundos dos reinos inferiores da natureza e mais especificamente do reino animal, ainda não ingressaram na espécie humana. Por essa razão trazem um conteúdo instintivo e primário muito intenso. Para eles, o homem é um deus. É habitual, e até natural, que obedeçam ao ser humano e, nesse processo, ligam-se â ele intensamente. Portanto, meu filho, todo médium é responsável pelo bom ou mau uso que faz dessas potências e seres da natureza.

Ondinas, sereias, gnomos e fadas são apenas denominações de um vocabulário humano, que tão-somente disfarçam a verdadeira face da natureza extrafísica, bem mais ampla que as percepções ordinárias dos simples mortais. Em meio à vida física, às experiências cotidianas do ser humano, enxameiam seres vivos, atuantes e conscientes. O universo todo está repleto de vida, e todos os seres colaboram para o equilíbrio do mundo. A surpresa com a revelação dessa realidade apenas exprime nossa profunda ignorância quanto aos "mistérios" da criação.
http://www.luzdaserra.com.br/seres-elementais-ou-elementares-ou-espiritos-da-natureza
As questões relativas aos seres elementais levantam, ainda, novo questionamento. Os elementais — sejam gnomos, duendes, salamandras ou quaisquer outros — são seres que advêm de um longo processo evolutivo e que estagiaram no reino animal em sua fase imediatamente anterior de desenvolvimento. Portanto, devem ter uma espécie de consciência fragmentária. Onde e em que momento está o elo de ligação desses seres com a humanidade? Quer dizer, em que etapa da cadeia cósmica de evolução esses seres se humanizarão e passarão a ser espíritos, dotados de razão? Até hoje os cientistas da Terra procuram o chamado "elo perdido". Estão atrás de provas concretas, materiais da união entre o animal e o ser humano e buscam localizar o exato momento em que isso teria ocorrido. Em vão. Os espíritos da natureza, seres que concluíram seu processo evolutivo nos reinos inferiores à espécie humana, vivem na fase de transição que denominamos elemental. Entretanto, o processo de humanização, ou, mais precisamente, o instante sideral em que adquirem a luz da razão e passam a ser espíritos humanos, apenas o Cristo conhece. Jesus, como representante máximo do Pai no âmbito do planeta Terra, é o único que possui a ciência e o poder de conceder a esses seres a luz da razão. E isso não se passa na Terra, mas em mundos especiais, preparados para esse tipo de transição. Quando soar a hora certa no calendário da eternidade, esses seres serão conduzidos aos mundos de transição, adormecidos e, sob a interferência direta do Cristo, acordarão em sua presença, possuidores da chama eterna da razão. A partir de então, encaminhados aos mundos primitivos, vivenciarão suas primeiras encarnações junto às humanidades desses orbes. Esse é o motivo que ocasiona o fracasso da busca dos cientistas: procuram, na Terra, o elo de ligação, o elo perdido entre o mundo animal e o humano. Não o encontrarão jamais. As evidências não estão no planeta Terra, mas pertencem exclusivamente ao plano cósmico, administrado pelo Cristo.
O plano da criação é verdadeiramente grandioso, e a compreensão desses aspectos desperta em nós uma reverencia profunda ao autor da vida.

Fonte: http://www.espiritismoparatodos.com/2008/01/seres-elementais-ou-elementares-ou.html


Texto que responde a outro texto. A UM AMIGO.




                                      











( Imagem por pesquisa / Google )

De tão distante,veio.
Sentou-se em minha rede,sorrindo.
Voou em pensamentos,ou navegou verdes mares?
Quero pensar em mar,grandioso,nada turbulento,manso.Porque assim
creio,seu pensamento.
Límpidas águas azuis.
Há Sol! Há brilho!
Enquanto sou estrela pequenina,como grão de areia,e reino na noite,que se fez breu.
Você resgatou todos os pirilampos.
Chegou assim de mansinho,generoso.
Até as flores do jardim sorriram,e distraída,sequer notei sua presença observando
meus movimentos noturnos.
Seu sorriso iluminou a varanda.
Meu olhar abraçou o seu.
Sorrimos.
- Bem vindo,"Portuga",querido!
...

- Volte sempre.

Tata Junq

Sinais.

                            (Imagem por pesquisa / Google )


Sim?
Não.
Por quê?
Não ...
Sim?
Por quê?
Em interrogações,todas as minhas exclamações.
Sem reticências.
Só vírgulas e ponto final.
Cansei?
Cansei!!!
Cansei,cansei,cansei.

Tata Junq

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

GENIALIDADE ? LOUCURA?

Que há de sensato?!
Ser insano?
Engano?
E nós,seres humanos que acreditamos ser,caminhamos ... em loucuras ou sanidades.
Tentando alcançar o universo-mente,cavamos nossas dúvidas e verdades.
Diz o dito popular: "De médico e louco,todos nós temos um pouco..."
Deparei-me com a obra de Arte,Pintura de Van Gogh, "Banco Vazio."
E cá estou eu a pensar ...
Genialidade ou loucura ?
Solidão?
Desamor? Dor?
...
Desiquilíbrios?
Gerados por?
O cientificismo tem respostas precisas, sobre as almas & mentes, humanas?
Onde aprofundamentos,estudos?
Psiquiatria? Psicologia?
Neurociência?
Onde respostas?
Onde conjecturas,onde verdades?
O quê considerar patologia?
Tudo tão complexo!
...


***Falemos do homem e artista,Van Gogh ...

Tata Junq






 "Banco Vazio no Asilo de Saint Remy", de Van Gogh: mais que uma tela, um documento da solidão de um gênio nos seus anos de manicômio...




Sobre ELE. ..algumas considerações,sem aprofundamentos.




Van Gogh é considerado um dos principais representantes da pintura mundial. Nasceu na Holanda, no dia 30 de março de 1853. Teve uma irmã e um irmão chamado Theo. Com este irmão, estabeleceu uma forte relação de amizade. Através das cartas que trocou com o irmão, os pesquisadores conseguiram resgatar muitos aspectos da vida e do trabalho do pintor.

Biografia 

Começou a atuar profissionalmente ainda jovem, por volta dos 15 anos de idade. Trabalhou para um comerciante de arte da cidade de Haia. Com quase vinte anos, foi morar em Londres e depois em Paris, graças ao reconhecimento que teve. Porém, o interesse pelos assuntos religiosos acabou desviando sua atenção e resolveu estudar Teologia, na cidade de Amsterdã.  Mesmo sem terminar o curso, passou a atuar como pastor na Bélgica, por apenas seis meses. Impressionado com a vida e o trabalho dos pobres mineiros da cidade, elaborou vários desenhos à lápis.

Resolveu retornar para a cidade de Haia, em 1880, e passou a dedicar um tempo maior à pintura. Após receber uma significativa influência da Escola de Haia, começou a elaborar uma série de trabalhos, utilizando técnicas de jogos de luzes. Neste período, suas telas retratavam a vida cotidiana dos camponeses e os trabalhadores na zona rural da Holanda.

O ano de 1886, foi de extrema importância em sua carreira. Foi  morar em Paris, com seu irmão. Conheceu, na nova cidade, importantes pintores da época como, por exemplo, Emile Bernard, Toulouse-Lautrec, Paul Gauguin e Edgar Degas, representantes do impressionismo. Recebeu uma grande influência destes mestres do impressionismo, como podemos perceber em várias de suas telas.

Dois anos após ter chegado à França, parte para a cidade de Arles, ao sul do país. Uma região rica em paisagens rurais, com um cenário bucólico. Foi neste contexto que pintou várias obras com girassóis.  Em Arles, fez único quadro que conseguiu vender durante toda sua vida: A Vinha Encarnada. 

Convidou Gauguin para morar com ele no sul da França. Este foi o único que aceitou sua ideia de fundar um centro artístico naquela região. No início, a relação entre os dois era tranquila, porém com o tempo, os desentendimentos foram aumentando e, quando Gauguin retornou para Paris, Vincent entrou em depressão.  Em várias ocasiões teve ataques de violência e seu comportamento ficou muito agressivo. Foi neste período que chegou a cortar sua orelha.  

Seu estado psicológico chegou a refletir em suas obras. Deixou a técnica do pontilhado e passou a pintar com rápidas e pequenas pinceladas. No ano de 1889, sua doença ficou mais grave e teve que ser internado numa clínica psiquiátrica. Nesta clínica, dentro de um mosteiro, havia um belo jardim que passou a ser sua fonte de inspiração. As pinceladas foram deixadas de lado e as curvas em espiral começaram a aparecer em suas telas 

No mês de maio, deixou a clínica e voltou a morar em Paris, próximo de seu irmão e do doutor Paul Gachet, que iria lhe tratar. Este doutor foi retratado num de seus trabalhos: Retrato do Doutor Gachet. Porém a situação depressiva não regrediu. No dia 27 de julho de 1890, atirou em seu próprio peito. Foi levado para um hospital, mas não resistiu, morrendo três dias depois.

 Principais obras de Van Gogh:

- Os comedores de batatas (1885)
- Caveira com cigarro acesso (1886)
- A ponte Debaixo de Chuva (1887)
- Natureza morta com absinto (1887)
- A italiana (1887)
- A vinha encarnada (1888)
- A casa amarela (1888)
- Autorretrato como artista (1888)
- O terraço do café em Arles à noite (1888)
- Retrato do Dr. Gachet (1890)
- Girassóis (1889)
- Vista de Arles com Lírios (1889)
- Noite Estrelada (1889)
- O Escolar (1889)
- O velho moinho (1888)
- Oliveiras (1889)
- Vista de Arles, Pomar em flor (1889)
- A Igreja de Auvers (1890)

Curiosidades sobre a a vida de Van Gogh:

- Durante sua vida, Vincent Van Gogh não conseguiu vender nenhuma de suas obras de arte.

- No final do ano de 1888, Van Gogh cortou a orelha direita. Alguns biógrafos da vida do artista afirmam que o ato foi uma espécie de vingança contra sua amante Virginie, depois que Van Gogh descobriu que ela estava apaixonada pelo artista Paul Gauguin. De acordo com esta versão, Van Gogh teria enviado a orelha ensanguentada, dentro de um envelope, para a amante. 



VÍDEOS // APRECIEM











Prosopoetando : Bom dia!


                                        ( Imagem por pesquisa / Google )


Nasce a palavra
tão doce,
afável,
angelical,
contida,
serena,
qual eternidade.

Bebo saudade,
numa xícara
de
café.

Então,
absorvido está,
meu bom dia,
quente,
em verdade.

E não há partilha,
só fumaça em minhas ventanas.
Aroma tão somente meu.
Olhar perdido,
 meu.

Não há janela.
Não há porta,nem cama.
Nem bandeja,nem banco sob a mesa.

Só a xícara nas mãos e paredes.
Café a matar minha sede.

Fome não há.
Desejos,não há.
Só saudade,
represada,
sem saídas.

E,uma boca amarga.

E, palavras perdidas,que não ecoam.

Bom dia!

Tata Junq

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Pensamentando & Musicando : Um querer ...




Canto de pássaros diurnos.
Vento sopra cortina da janela.
Galo canta,longe,longe.
É cidade grande,é bairro distante.
É Primavera.
Eu olho a janela.
Espreito a vida.
Um abandono de mim,no fluxo,corre lá fora.
(Buscando um abraço,um braço,uma mão,e depositar meu coração.)
Assim mesmo,assim tolo,assim menino,sorrindo flores primaveris.
É Setembro.
É querer colorido,dançar minh'alma com sentido.
Consentido.
Perder-se sem corpo.
Perder-se ...
Pra onde,pra quem,todo sentido?

Tata Junq


Amanheci ...




Amanheci querência.
E de ausência,
nem chuva,faz
germinar semente,
virar flor.

E perdi-me
em querer,
amor.


Tata Junq

É!



Doçura e sal,não combinam no paladar,com ou sem excesso.
Na medida dos conformes,a receita desandou.
Transbordamos na forma,massa inútil,queimou.
Que há de ser,do que ficou?

Tata Junq

Fixou-me ...




Fixou-me olhar,profundo,
qual poço,no fim-de-mundo.
Perdido,algemado no tempo.
Causando dor.
Causando ausência.
Causando querência.
Toda sofrência.
Tão distante,amor.

Tata Junq