sexta-feira, 17 de junho de 2016

PROSOPOETANDO : O OLHAR.

                                                  ( Meu...rsrs...)

O olhar doce,
entristeceu-se,
perdeu-se,
na estrada,
no vulto-sombra,
distante.

E chorou,
em
gemidos,
mesmo não sendo
voz.

E guturalmente,
coube-lhe,
grunhir,
qual animal,
no matadouro.

Assim sendo,
cerrou-se
aprisionado,
pelas pálpebras,
fortemente.

E sem sentido,
adormeceu na dor.

Tata Junq
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