quinta-feira, 10 de março de 2016

Poetando às avessas: Pluft!



Ver-te,
quero.
Perder-te,
não quero.
E no quero-não-quero,
perdi-me,
perdeste-me.
Sem complexidades.
Pluft!
Mágica,
racional.

Tata Junq
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