quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Poeminha doce.



Da barca dos sonhos,
umedeceu papel...
Sarjeta abaixo.
Foi se desfazendo,
pouco a pouco.
Eu,menina,
somente espiei.
Saltaram as letras,
de tintas azuis.
Fugiram as palavras,
sem afundar.
Uma delas,
verbo,amar.

Tata Junq

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