terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Que meigooooo!!!!! "Descolado bebê"!!!! rsrs



Por que não, na proximidade,o respeito?!
JUNQ

**** Busquei no Google,informações sobre os MARSUPIAIS,complementando o post.
CURIOSIDADES!!!!

A Austrália é conhecida por muitas coisas, incluindo sua vida selvagem (que parece ter sido gerada a partir próprio inferno dada a quantia de animais ferozes e, sejamos francos, meio esquisitos que vivem por lá). No entanto, há uma parte da biodiversidade da Austrália que tem se distanciado do terror de gelar os ossos e se aproximado de uma amabilidade de derreter corações: seus marsupiais. Os marsupiais surgiram na América do Sul. No entanto, 70% deles são encontrados do outro lado do mundo, e lá que se tornaram ícones. Aqui estão algumas razões para tamanha fama.

10. Bebês marsupiais

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Marsupiais são definidos por sua bolsa, na qual seus recém-nascidos ficam abrigados após apenas um par de semanas de gestação. Esta configuração incomum deu aos marsupiais algumas características especiais durante o seu desenvolvimento mais precoce. Há uma ordem específica de crescimento que é comum entre todos os embriões vertebrados – ou seja, a maioria dos mamíferos, anfíbios, répteis, peixes e aves. Os principais sistemas de órgãos internos vêm em primeiro lugar, em seguida, surgem os membros. Marsupiais desenvolveram uma ordem diferente, na qual os membros são as primeiras partes a se desenvolver. Isto é necessário para que o recém-nascido possa rastejar na bolsa de sua mãe, já que ele nasce tão cedo.
O nascimento precoce dos filhos marsupiais criou um único (e exclusivo) mamífero que é conhecido por respirar através de sua pele. Os bebês do Dunnart-de-Julia-Creek, um rato marsupial, saem do ventre materno após apenas 12 dias de gestação. Seus pulmões são muito subdesenvolvidos para serem úteis, portanto, ele precisa consumir todo oxigênio necessário diretamente através da pele. Os pulmões assumem esta função gradualmente, e contribuem com cerca de metade do oxigênio do bebê depois de três semanas na bolsa.

9. Wallabies “chapados”

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Coalas são frequentemente acusados ​​de serem intoxicados pela sua dieta de folhas de eucalipto, mas isto é um mito. Coalas são tão preguiçosos que apenas parecem estarem usando drogas. Os viciados reais do mundo marsupial são os wallabies da Tasmânia.
A Tasmânia é o maior produtor mundial de papoulas para opiáceos legais e as dezenas de milhares de hectares destas plantas chamaram a atenção das criaturas saltitantes locais. Eles aparecem, mastigam ruidosamente, e, em seguida, passam o dia andando em um transe. Os wallabies chapados (um ótimo nome para uma banda, que aparentemente já está sendo usado) tendem a caminhar em espirais no local e deixar círculos nas plantações em seu rastro.
Se isso te deixou pensando “um mini-canguru embriagado soa como um bom complemento para uma festa que eu estou planejando”, então preste atenção no escândalo que surgiu quando algumas pessoas fizeram exatamente isso na Irlanda. A Sociedade de Prevenção da Crueldade contra os Animais de Dublin recebeu cinco queixas após vídeos aparecerem no Facebook de pessoas enchendo um wallaby com álcool, e o filmarem “dançando” ao som do tema da série de TV australiana dos anos 1970, “Skippy, the Bush Kangaroo”. Havia rumores de que a pobre criatura poderia ter morrido durante o encontro, mas nenhum corpo foi encontrado.

8. O comedor de caracóis com uma mordida de martelo

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Quando os cientistas descobriram um fóssil em Queensland, na Austrália, ficaram confusos. O fóssil era um marsupial, aproximadamente do tamanho de um furão. No entanto, seus dentes eram diferentes de tudo que já se havia visto em quaisquer outros mamíferos. Ele tinha um dente grande, sem corte, em cada lado da sua mandíbula superior, no formato de uma cabeça de martelo. Os dentes são uma boa pista para a dieta, então o que esta criatura recém-descoberta (apelidada Malleodectes) comia?
A resposta veio do Dr. Scott Hocknull, do Museu de Queensland. Ele notou que os dentes se assemelhavam aos de um lagarto australiano, o pink-tongued skink (sem nome em inglês). Este animal usa seus dentes de martelo para esmagar conchas de caracol. O marsupial recém-descoberto, assim como nós, não é nem ligeiramente relacionado com o lagarto. Ambos os animais evoluíram a mesma solução de forma independente – caracóis devem ser realmente saborosos.

7. Potoroo do Gilbert

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O potoroo do Gilbert é o marsupial mais raro do mundo. Por 120 anos, as pessoas pensaram que ele tinha sido extinto, até 1994. Quarenta das criaturas parecidas com roedores (popularmente, ele é apelidado de “canguru rato”) foram encontradas naquele ano na Reserva Natural Two Peoples Bay, perto da cidade portuária de Albany. A área seria destinada à urbanização, até que o príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II, fez uma campanha para proteger o local devido ao pássaro Atrichornis clamosus. Curiosamente, também acreditava-se que esta ave estava extinta, até que foi encontrada viva em 1961, o que levou aos esforços de conservação e, inadvertidamente, salvou o potoroo.
O potoroo ainda está criticamente ameaçado. Uma unidade de reprodução em cativeiro foi criada para mantê-lo longe de predadores e alguns já foram soltos na natureza. Gatos, raposas e outros animais são uma grande ameaça. Conservacionistas esperam aprender o suficiente sobre o potoroo para serem capazes de encontrar outros locais adequados onde ele possa ter uma melhor chance de sobreviver e, talvez um dia, prosperar.

6. Adoção de cangurus

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A bolsa é a característica arquetípica dos marsupiais. É metade útero, metade carrinho de bebê e berço para a primeira infância. É a chave da estratégia que os marsupiais possuem para garantir o bem-estar de sua prole. É por isso que os biólogos do Parque Nacional Wilsons Promontory ficaram muito surpresos quando viram uma mãe canguru levando a prole de uma outra fêmea. Ainda mais surpreendente, a segunda mãe simplesmente concordou com a situação, e passou a tomar conta do canguru mais jovem, agora sobressalente. Os cangurus tinham simplesmente trocado de filhotes.
Esta foi a primeira vez que tal comportamento foi documentado na natureza selvagem, embora coisas semelhantes tenham acontecido em cativeiro. O que também é interessante é que a troca tornou-se permanente – os cangurus cuidaram de seus filhos recém-adotados como se fossem os seus próprios. Os cientistas usaram testes de marcação e genotípicos para descobrir mais quatro bebês trocados e três simplesmente adotados. Não há nenhuma razão aparente para isto – as cangurus não são irmãs ou têm qualquer tipo de parentesco.
Os pesquisadores acham que pode ser um caso de cangurus sendo oprimidos pela presença de um predador, e não reconhecendo a prole como sendo de outro em um momento de pânico. Embora a razão para tal comportamento ainda seja um mistério, ensinou aos pesquisadores uma coisa: é um erro supor que um canguru jovem em uma bolsa está relacionado com o canguru que o transporta.

5. Djarthia e o colocolo

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Como mencionamos, na verdade os marsupiais vêm da América do Sul. Uma espécie fez o seu caminho para a Austrália cerca de 55 milhões de anos atrás e se tornou a mãe de todos os marsupiais que lá existem atualmente – incluindo coalas, cangurus e vombates. Aquela criatura pioneira é um pequeno animal parecido com um rato, conhecido como Djarthia, hoje extinto.
Ainda assim, parece que alguns dos primeiros descendentes do Djarthia podem ter feito o seu caminho de volta para a América do Sul. O colocolo, ou Monito del Monte, é um pequeno marsupial que mora no alto das árvores e é encontrado nas florestas do Chile e da Argentina. Os cientistas suspeitavam há algum tempo que ele pudesse ser mais estreitamente relacionado com os marsupiais da Austrália do que seus irmãos na América do Sul, e novos fósseis de Djarthia encontrados em 2008 fizeram com que isto se tornasse praticamente uma certeza.

4. Cocô de vombate

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Há um monte de maneiras diferentes utilizadas pelos animais para marcar seu território. Nós provavelmente estamos mais familiarizados com urinar para deixar o cheiro, mas os vombates levaram este gesto até o número dois. Eles deixam pequenas pilhas de suas fezes em qualquer lugar que queiram informar a outros animais quem está no comando, muitas vezes em cima de pedras, troncos e até mesmo cogumelos.
O problema com a maioria dos cocôs é que poderia facilmente rolar para longe. Para contornar esta situação, os vombates fazem suas fezes em pequenos cubos. Eles liberam de 4 a 8 desses aglomerados com cada movimento do intestino, e empilham um monte deles aproximadamente até a altura de seus narizes, para que outros vombates com certeza os notem. O cocô sai com uma camada de muco pegajoso e um cheiro descrito como “doce” e “turfoso”.
Você provavelmente não está pensando “Nossa, fezes de vombate parece incrível, eu posso pegar um pouco?”, mas acontece que você pode obter algumas de recordação. Ou algo do gênero. Uma empresa de lembranças australiana está vendendo papel feito de fezes de vombate. Eles começaram com cangurus, porém as pessoas começaram a fazer pedidos do papel-cocô de outros marsupiais. O papel de vombate – feito ao ferver seu cocô e, em seguida, o processar em polpa fibrosa – é o mais popular.

3. A clamídia está devastando os coalas

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Populações de coalas na Austrália estão morrendo. Há uma série de razões – a perda de habitat, ataques de cães, ser atingidos por carros -, mas, talvez, a maior ameaça seja um surto de clamídia. Até 90% dos coalas são infectados em algumas áreas, e a doença está longe de ser agradável. Ela pode causar cegueira e infertilidade e até mesmo ser fatal. A clamídia dos coalas pode ser tratada com antibióticos, como nos seres humanos. Hospitais específicos para estes animais estão fazendo tudo que podem, mas é difícil manter o ritmo. Os coalas parecem incomumente propensos à doença e ninguém tem certeza do motivo.
Entretanto, felizmente, há esperança. Os cientistas estão trabalhando para compreender o sistema imunológico do coala mais especificamente, incluindo o mapeamento de seus genes. Eles fizeram algumas observações promissoras e testes de vacinas estão em andamento. A vida selvagem da Austrália vale US$ 1 bilhão para a economia do turismo, por isso, mesmo as pessoas com um coração feito de gelo são capazes de apoiar o trabalho.

2. Proliferação dos wallabies

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Se você quiser ver wallabies, não há necessidade de ir para a Austrália. Você também pode visitar a Escócia, onde uma população de até 60 exemplares vivem em uma ilha em Loch Lomond desde 1940. Eles são uma atração turística popular, mas os conservacionistas locais acreditam que devem ser abatidos. Os wallabies arrebentam tudo em seu caminho quando passam pela vegetação que proporciona sustento à vida selvagem nativa.
E a Escócia não é o único lugar no qual os wallabies encontraram um lar. O Peak District, no sul da Inglaterra, abrigava um número deles até recentemente. Eles foram libertados em 1940, quando zoológicos particulares foram proibidos no Reino Unido. Números chegaram a um pico de 50 indivíduos, até que um inverno rigoroso em 1963 cortou sua população pela metade, e eles nunca se recuperaram. A última fêmea solitária foi vista pela última vez viva em 2009. Uma população semelhante surgiu no Havaí, mas também provavelmente já pereceu.

1. Grunhidos de coalas


Quando dizemos “coala”, você automaticamente diz “oun”? Saiba que, apesar de toda sua fofura, os machos produzem um grunhido que soa muito como uma motocicleta velha lutando para dar a partida. O senso comum diz que este grunhido serve para assustar outros machos que tenham invadido o território do bichinho escandaloso.
Para ter certeza do que exatamente o que os coalas estavam dizendo um para o outro, uma equipe liderada pelo Dr. Bill Ellis equipou um monte deles com rastreadores GPS e monitorou suas reações a diferentes chamados. Eles descobriram que os grunhidos estranhos na verdade têm tudo a ver com a atração de fêmeas – bem diferente da suposição popular de que serviriam para afastar os concorrentes. Filhotes de coala também emitem um “latido” quando são separados da mãe, que voltará para buscá-los.
Esses estranhos grunhidos até deram voz ao Tiranossauro rex ​​nas filmagens do longa “Parque dos Dinossauros”, de Steven Spielberg. [Listverse]


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