quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Poetando às avessas ...


                                      ( Imagem do Google ...)                                        

Sonhar por dormir,
sonhar.
Chegar à sua janela,
cantarolar silêncios.
Olhá-lo com ternura,
de anjo querubim,
queimando-me,
qual diabo,
querendo tocar
teu corpo,
molhar
sua
boca,
em 
língua morna,
sentir
seu 
suspiro,
num arrepio
de
sonho bom,
como se
partilhado,
sabedor
de minha
intenção,
na certeza,
de
comum desejo.
Dei,
caras
na janela,
sem ferramentas,
pra forçar
ferrolhos.
Fechando meus olhos,
não
lhe
sentindo,
adormeci.

Tata Junq
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