sábado, 30 de agosto de 2014

(Quando em morte,eu possa.) DESEJO




O tempo urge em suspiros profundos,qual morte derradeira.
Eu vi.
Eu sei.
Sei dos suspiros-novos,sei dos velhos e de todos bons motivos.
Mas sei, do derradeiro e sofrido.
Quero o meu,profundo,como minh'alma.
Numa despedida,que sei,necessária.
Queria apenas,um alcance de olhar,os girassóis, movendo-se ao vento,registrando a vida,no seu conteúdo,belo.
Neles,perder todos os sorrisos,gratos... e, volitar,leve e ser levada,prum onde possa ser útil;também,na memória,o amor que desenvolvi,limpo,sereno.
Justo?!
Tata Junq
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