quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Chaveando Coração, num poema-aberto!& Musicando, inclusive.


A distância,
ilude.
As palavras,
iludem.
E eu consciente,
durmo,
mergulhada
num vazio,
que se estabelece
a
cada dia.


E cultuo,
o
vazio-fundo,
qual poço
sem água.


E sucumbo SONHOS possíveis,
que
não deveriam ter nascido.


Pá,
terra,
lágrimas,
enterrados estão!


Chaveando coração!


Tata Junq
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