sexta-feira, 4 de junho de 2010

Poetando com dor, a Dor, às avessas!



Espalmo a dor,
qual peteca no ar.

Mas ela insiste,
 retorna,
rouba a calma,
dilacera,
a alma,
é
um mal.

Hoje,
ontem,
sem antídotos.

Amanhã,
há de rumar
pro infinito.

Há de perder-se,
talvez glória,
por tornar-me,
gigante-em-lutas.


Redimo-me
diante
dela.


E
olho
pro
céu ...


Ouso quere-te,
perdida.


Desejo
da
alma
partida:


(Olho
 pro
 céu!
 Olho
 pro
 céu!
 Olho
 pro
 céu! )


Vai!
Vai!
Vai!


Tata Junq
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